Metafísica

Meu mundo é a Metafísca. É tudo que me interesso.

Para o inferno com o materialismo dialético. Para o inferno com a historiografia tradicional. Para o inferno com Hegel e sua linhagem.

Meu mundo é metafísica e eu não sei o que fazer a respeito disso.

Daqui a quinze dias esse blog vai voltar a funcionar normalmente.

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~ por Olethros em 19/06/2009.

5 Respostas to “Metafísica”

  1. Nossa, quanto ódio no seu coração… Daqui a 11 dias (ou assim esperamos) isso passa 🙂

  2. “a metafísica é um ramo da literatura fantástica” – já disse fodamente o borges.
    eu tenho tripas metafísicas, então acho (ou me engano) que entendo isso aí que disse.

  3. Mas… até Hegel é metafísica…

  4. O QUE DIZER DA METAFÍSICA?
    Sempre haverão lacunas a ser preenchidas no conhecimento humano e é sobre o incerto é que a religião tece sua teia e faz sua inversão: em vez de os homens se reconhecerem como criadores de uma representação religiosa, eles passam a se declarar criados por ela. É por aí que se entende o caráter bimundano da ontologia religiosa: não satisfeita com o mundo existente, ela o duplica
    num outro,transcendente. Pois todos aqueles fenômenos que foram
    apresentados historicamente como provas irrecusáveis de uma teoria que recorre à transcendência em sua interpretação do mundo, com o desenvolvimento do saber humano puderam receber outro tipo de explicação. E tantas vezes na história do
    pensamento isso ocorreu: um fenômeno que era encarado como manifestação da presença divina, o ruído do trovão, a tempestade, um eclipse, uma doença endêmica, com o avanço do saber passou a ser interpretado de um modo imanente, que busca decifrar com categorias terrenas o sistema da causalidade; Não é o deus da chuva agora sabemos porque eles acontecem e não precisamos mais ficar orando para que a chuva caia, já existe canhão que faz cair chuva e outros equipamentos que compelem a chuva; O processo de entrega do invidíuo a uma fé, crença ou crendice pode ser
    observado de forma minimizada na confissão de Tosltoi:“O conhecimento racional conduziu-me à conclusão de que a vida não tinha sentido; a minha vida parou, e eu queria acabar comigo. Ao olhar para as outras pessoas vi que viviam e convenci-me de
    que conheciam o sentido da vida. Voltei-me então e olhei para mim mesmo; desde que conhecesse o sentido da vida, viveria. Tal como acontecia com os outros, assim era comigo: a fé dava-me o sentido da vida e a possibilidade de viver.” Segundo análise
    psiquiátrica de Tapia, os extratos de depoimento relativos à desilusão de vida e conversão religiosa podem levar a conclusão que há uma fase da anulação de mundo. Esta etapa de anulação de mundo deforma a visão sobre todos aqueles que estão fora do
    conjunto da fé, crença ou crendice, os sujeitando a desqualificação diversa tal qual o profano ou não-iniciado. Por fim, se observa que a entrega do indivíduo racional para a
    tirania do sentido absolutista teológico é um auto-engano e pode ser entendida da seguinte forma: “O reverso da disposição de lutar contra a maré montante do amor próprio na busca do conhecimento é a capitulação da mente que se entrega e se deixa
    levar pela doce vazante do auto-engano. Quando as águas profundas se agitam e desgovernam, a lógica naufraga e o intelecto, por mais formidável que seja, vira joguete na correnteza do acreditar.”

  5. caros por favor perdoem meus erros de português, acabei de me dar conta deles e não sei como corrigí-lo agora que já postei,
    abraços,
    Tai

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