Atualização dos trabalhos

•16/07/2009 • Deixe um comentário

Então, finalmente voltando a aparecer por aqui. Primeiramente estou com uma deadline auto-imposta para terminar o roteiro da hq reflexo até semana que vem.

Espero que a coisa funcione, e tentarei trabalhar nisso até que eu morra de exaustão.

E com terminar eu quero dizer a primeira versão do roteiro completo, que pode ser editado e modificado. O bom de trabalhar em reflexo é o fato de que ele tem um direcionamento relativamente conciso, um conto que serve de fonte, e de certa forma eu já estabeleci o que acontecerá em cada página. O que resta mesmo para terminar são os enquadramentos e os diálogos (já que eu não desenho). O material é muito diferente do conto original, acredito que seja bem melhor, ainda que o final ainda não seja exatamente o que eu quero (estou pensando em escrever mais de um de pedir opiniões, sempre é bom ouvir algo externo a mim).

Quero colocar também os outros projetos de hq em dia, e pelos menos esboçar completamente as duas histórias (pelo menos uma delas já tem isso mais ou menos pronto, aquela que eu postei uma cena por aqui).

Outras coisas que tenho que fazer:

  1. Voltar a escrever pequenas ficções, como as primeiras postadas no blog. É importante para manter a escrita afiada e sempre ajuda a melhorar a habilidade com narrativa, portanto, isso é essencial. Idéias eu tenho, saco e tempo as vezes me falta. Sou muito pouco disciplinado.
  2. Estava querendo pegar minha pseudo crônica para WoD: “O Minguante do Claustro” e fazer dela a base para um rpg indie de terror. Algo curto e que não seria caro de se publicar.
  3. Terminar a monografia, falta ainda o último capítulo.. :P

Metafísica

•19/06/2009 • 5 Comentários

Meu mundo é a Metafísca. É tudo que me interesso.

Para o inferno com o materialismo dialético. Para o inferno com a historiografia tradicional. Para o inferno com Hegel e sua linhagem.

Meu mundo é metafísica e eu não sei o que fazer a respeito disso.

Daqui a quinze dias esse blog vai voltar a funcionar normalmente.

Orfeu dos Cruxshadows

•27/05/2009 • Deixe um comentário

No momento, estou escrevendo sobre as referências a Orfeu fora do campo religioso. Depois do clássico de Virgílio, que tal uma versão mais contempôranea, como aquela da excelente banda gótica The Cruxshadows:

Eurydice

A focused voice reigns down, like a firestorm!
You know what you must do.
Venture down into the underworld,
To prove that love is true.

Eurydice, don’t follow me! (Don’t follow me…)
The world has grown so cold!
Eurydice, don’t follow me! (Don’t follow me…)
My love I’m losing hold…

If my voice won’t move the Ferrymen,
On my affections alone I’ll cross.
Then stare into the eyes of, Death Eternal,
No matter what the cost.

Eurydice, don’t follow me! (Don’t follow me…)
The world has grown so cold!
Eurydice, don’t follow me! (Don’t follow me…)
My love I’m losing hold…

Sacrifices and the light,
That leads me here, through this night.
As vision breaks, the world grows dim.
Persephone, argue my case to him!
I’ll take his word. No looking back!
The bridge we cross; I will not look.
And her footsteps I do not hear.
Is she far behind me, or standing near?

Eurydice, don’t follow me! (Don’t follow me…)
The world has grown so cold!
Eurydice, don’t follow me! (Don’t follow me…)
My love I’m losing hold…

Eurydice, don’t follow me! (Don’t follow me…)
Now, that my dreams turn black!
Eurydice, don’t follow me! (Don’t follow me…)
There’ll be no looking back… 

Orfeu de Virgílio

•27/05/2009 • Deixe um comentário

Desculpem a minha falta de atualizações. Estou completamente entregue a minha monografia que tento escrever diariamente. Mas ao mesmo tempo que me cansa, é um tema que também me fascina. O tipo de fonte que tenho que trabalhar é simplesmente sublime, como estes versos de Virgílio, que narram a mais bela e clássica história de amor do mundo.

Virgílio: Geórgicas IV 453–527 por Antônio Feliciano de Castilho (séc. XIX)

“Tens nume a perseguir-te. Expias atentados.
O misérrimo Orfeu, que inda é mui bom contigo,
se o não tolhe o destino inflige-te castigo
de o esbulhares da esposa; e justas iras ceva.
Ela em flor (pensa-o bem) votada à estígia treva,
de ti se ia fugindo ao longo da ribeira,
tão louca de terror, tão cega na carreira,
que não viu ante os pés o hidro entre a verdura,
guarda enorme do rio. Ai, moça! Ai, desventura!
“Das Dríades o coro encheu de vãos queixumes
por sua irmã finada a serra até aos cumes.
Rodopeus alcantis, pângeas assomadas,
terra marcial de Reso, e géticas moradas,
e campinas do Hebro, e a ática Orítia,
tudo a chorou. O esposo à lira em vão pedia
lhe suavizasse a dor. Por ti, consorte amada,
por ti, consigo a sós, na praia descampada,
por ti, raiando a luz, por ti, quando atro manto
a noite desdobrava, enchia de ais o canto.

“Até ousou descer do Tenaro as gargantas,
fundo ingresso a Plutão; pôr temerário as plantas
no luco90 horrendo e negro, atravessar o tetro91
bando dos manes; ver o atroz que empunha o cetro
do império morto; enfim tratar de perto os duros
corações surdos sempre a rogos e conjuros.
Esbulhares: desapossares.

“Do Érebo mais fundo, ao som dos seus cantares,
as sombras dos sem-luz subiam-se aos milhares;
quais pássaros num souto ao fim da tarde, ou quando
dos montes Austro hiberno os veio profligando:
donas, varões, heróis, meninos, virgens, quanto
mancebo foi à pira ante seus pais em pranto;
inúmero tropel, mas rodeado todo
do informe canavial, do ferrugíneo lodo
e linfa do Cocito horrífico e dormente;
turba por entre quem se arrasta qual serpente
a Estige encarcerando-a em suas nove roscas.
Que digo! Até ao imo aquelas mansões foscas
do desânimo eterno, o Tártaro, as riçadas
Eumênides irmãs de cobras azuladas,
tudo pasma a escutar! Cérbero as vozes roucas
nas gargantas reprime, abertas as três bocas;
e a roda de Íxion suspende o remoinho!

“Já vinha desandando o lôbrego caminho,
redivivo ao prazer, e salvo dos azares.
Restituída a seus pais, volvia aos puros ares
trás ele, e não olhada, Eurídice. Tal era
a cláusula que ao dom Prosérpina impusera.

“Alucina-se o amante (insânia perdoável,
se couberam perdões no abismo inexorável!)
pára, já quase à luz… esquece… oh! luto,
sua Eurídice encara, e esvai-se à lida o fruto!…
Do Averno o cru tirano o pacto há rescindido,
e três vezes sai do Orco um lúgubre estampido,
co’a voz dela per meio:

‘Orfeu, que amor foi este?
Mísera! A mim, e a ti, co’o teu furor perdeste!
O fado me revoca! Ai! Sinto os olhos meus
outra vez a nadar no sono eterno… Adeus!…
Força estranha me empuxa! A negridão me cerca!
Tendo-te embalde as mãos! É força que te perca!’ –

“Disse, e desapareceu, qual fumo na atmosfera;
sem nunca mais o ver, a ele, que inda espera
co’as frenéticas mãos nas sombras apanhá-la,
mil coisas quer dizer-lhe, e não atina fala!

“Do Orco o velho arrais nunca dess’hora avante
consentiu mais regresso à malograda amante.

“Duas vezes viúvo, onde é que há de ir-se agora,
que há de fazer Orfeu? Pranteia, clama, implora,
e todo o inferno é surdo, e nenhum deus o atende!

“Gelada ao longe a esposa a veia estígia fende.

“Sete meses a fio, é fama que levara
Orfeu a deplorar a sua sorte avara,
dentro de uma alta lapa entre as nuvens pendente
do deserto Estrímon sobre a fugaz corrente.
Naquela gruta fria, entoando os seus trabalhos,
os tigres apiedava, atraía os carvalhos.
Tal na copa do choupo aflita filomela,
de haver perdido a prole aos ecos se querela,
pois duro lavrador, que lhe espreitava o ninho,
veio implume roubar-lha ao maternal carinho,
carpe-se toda a noite apegadinha ao ramo;
renova sem cessar o mísero reclamo,
e enche de terna mágoa os longes da devesa.
De tamanha saudade imerso na escureza,
Orfeu nem se comove a tentações de amores,
nem se dá d’himeneus. Vai, só com suas dores,
retrilhando o nevão das hiperbóreas101 terras,
e do Tanais algente, e das riféias serras,
a deplorar sem termo Eurídice roubada,
e do cruel Plutão a dádiva frustrada.

“Tão exemptos desdéns, tão longa rebeldia
trocaram afinal o afeto em sanha ímpia
nos ígneos corações das cícones104 amantes.
Entre o rito noturno, orgias ebrifestantes,
correm, bramindo, ao moço; investem-no mil braços;
cai; pelo campo todo atiram-no pedaços.

“Que termo! E a que viver! Lhe não impôs seu astro!
A cabeça arrancada ao colo de alabastro
ia-se a volutear no Ebro, na corrente
do Eagro, de seu pai, mas inda a voz cadente
co’a língua regelada – ‘Eurídice’ dizia;
– ‘Eurídice infeliz’ – chamava na agonia;
E em todo o rio ao longo as margens em tom brando
– ‘Eurídice infeliz’ – ficavam murmurando”.

Essa tradução, não me parece a mais adequada a Virgilío, no entanto, eu não vou perder um tempo abissal para traduzir o texto ou achar uma versão melhor… Agora de volta a monografia.

Uma cena no centro do Rio e no centro do mundo.

•15/05/2009 • 1 Comentário

Ok. O WordPress foi mau comigo hoje.

Bem, a cena a seguir é um pequeno trecho livre (isto é, sem revisão, aparos, e em formato livre) de uma cena do meu primeiro projeto de HQ. Que não é o Reflexo que trabalho com a Vanessa, nem o meu trabalho (que tem haver com o Hesíodo que eu postei) com a Bia. A grande verdade é que este projeto, me parece uma das idéias mais legais que eu já tive, mas quase impossíveis de colocar no papel. Ele exige muitos personagens, tramas paralelas, muitas páginas e muitos quadros. É bastante problemático, e como o Daniel (co-criador e desenhista da idéia) é o mais ocupado dos meus colaboradores, ela certamente será a última das minhas primeiras histórias.

Essa pequena cena, foi escrita em um surto de inspiração (com a ajuda de Mircea Elíade) na minha ida de ônibus para faculdade (o que é absurdo por que geralmente vou de bicicleta). Ainda que o projeto seja bem mais voltado a mistérios do que respostas, esta é inevitavelmente uma cena que mostra algumas delas, mas apenas para deixar a história mais climatizada, e por que não mais misteriosa/estranha? Em suma, é uma cena atípica.

Depois de uma longa caminhada eles finalmente param. Diogo continua ansioso quanto ao seu problema, o poeta sorri e dá uma forte fungada no ar, ao chegar. O Local é o pequeno espaço entre a Luís de Camões e a Rua do Teatro, um lugar vazio, onde tremulam bandeiras desgastadas do Brasil, uma bizarra escultura moderna, e um senso de solidão esmagadora.

- Chegamos.

- É aqui? O que tem de especial nesse lugar?

- Nada.

- Por acaso ele mora aqui?

- Não, pelo menos, geralmente não.

- Então, por quê aqui?

- Porque aqui é o centro.

- O centro? Ahn?

- Foi aqui que o mundo começou. Aqui é o Axis Mundi.

- Eu sabia que não deveria ter seguido você. Obviamente, toda essa história foi uma idiotice. Eu deveria ter falado a verdade para o meu tio. Perda de tempo.

- Não seja tão afobado. Veja bem, o mundo não foi fundado somente aqui. Vai, senta um pouco, daqui a pouco ele chega. 

Os dois se sentam no banco verde, e olham o bizarro monumento na sua frente. Diogo está claramente contrariado e nervoso.

- Como é que eu vou te explicar isso? Você é cristão?

- Bem, eu vou na igreja quando alguém morre, ou em casamentos.

- Enfim, você conhece a bíblia?

- Muito pouco, por que, agora você vai pregar para mim? Nunca pensei que você fosse chegado nesse tipo de coisa.

- Não é nada disso, é apenas um jeito mais fácil para te dizer. No Exôdo, tem um versículo que vai assim: “Não te aproximes daqui, disse o senhor para Moisés; tire as sandálias de teus pés, por que o lugar onde se encontras é uma terra santa” (Êxo. 3:5).

- E?

- Aquele local era o centro do mundo, lá que ele havia sido fundado, é necessário primeiro marcar um ponto. A fundação precede o nosso entendimento de mundo, o nosso refletir. Ele demarca o ponto aonde toda a nossa orientação repousa.

- Mas por que aqui?

- Como disse poderia ser em outro lugar. Apenas a manifestação do sagrado é suficiente para a fundação. E o sagrado não está realmente nas coisas ou locais. Melhor dizendo, ele está, mas não nos é revelado.

- Você fumou hoje?

- Cara, é até simples na verdade. Não é por que não vemos uma coisa que significa que ela não está lá. Se eu considero esse lugar sagrado, eu o faço centro. Ele é agora, o centro do mundo, um lugar de fundamento. A partir do momento que eu presenciei uma revelação aqui, está demarcado a separação desse lugar do resto. Ele não é mais profano.

- Ainda não funcionou, essa história inteira… Eu devia ir para casa. Eu sabia que esse cara era lenda.

- Isso não tem só haver com ele. Olha, quando experimentamos um local como sagrado, obtemos um “ponto fixo”, um eixo que nos orienta, que comparamos, que refletimos à parte do resto. Nós realmente nos sentimos vivos ali, pela primeira vez. Os outros lugares, normais, profanos, tanto faz, eles mantêm a homogeneidade, ou seja, eles são todos iguais, não é possível orientar-se, pois o ponto fixo passa a variar de acordo com suas necessidades diárias.

- E você viveu alguma experiência bizarra aqui?

- Não. Mas aqui é um lugar tão bom quanto qualquer outro para ser o centro do mundo. Está vendo a beira da calçada? Ali muito breve será o limiar, uma fronteira que opõe os dois mundos, o lugar sagrado e a mera Rua Luís de Camões que todos passam.

- Então ainda não é o centro?

- Garoto, esse lugar já parece sagrado para você?

Ele dá de ombros, sem ligar em responder.

- Ele está chegando.

- Será que ele vai me ajudar?

- Bem, você veio até o centro do mundo para pedir isso a ele. Você veio a pé até o Gólgota dos cristãos… Mas infelizmente, seres como ele não são muito fáceis de se compreender. Ele não usa nossa lógica.

- Só espero não estar perdendo tempo… E está ficando escuro, e é uma longa caminhada de volta para casa.

Máquina de escrever

•08/05/2009 • 1 Comentário

O homem passava dias diante do computador. A coluna já estava torta pelo mal sentar. As mãos calejadas pelo apoio da mesa. Ele prendia os olhos e os sonhos na vã tentativa de que um texto lhe saltasse do plano das idéias, e se fizesse poesia no som das teclas gastas.

Havia teias de aranhas por suas pernas, e a cadeira estava enferrujada. Ele não se mexia, exceto as mãos, veículos de lírica obsessão. A poeira se aglutinava sob seu corpo, trazendo uma sutil percepção de tempo. Mas não existe tempo para esgotar uma boa idéia, que espera até seu próprio momento para nascer. Não é desse mundo o seu calendário. Não possui relação com os astros, ainda que uma idéia seja tão somente signos.

Um dia haverá um lampejo, e o plano platônico se abrirá por alguns segundos. Haverá angústia, sofrimento, dor, graça, felicidade e verdade. Pois toda boa história se faz verdade. Enquanto isso, o homem espera curvado sob sua cadeira. O bater de teclas é a única vida que lhe resta, um ritmo funesto de esperança medíocre.

Festa de lançamento para o DVD do Wacthmen

•05/05/2009 • Deixe um comentário

Esta quarta-feira, dia 6 de maio de 2009, ocorrerá na cidade do Rio de Janeiro um evento em comemoração ao lançamento do DVD Contos do Cargueiro Negro pela Paramount.

O evento, intitulado Watchmen e Os Contos do Cargueiro Negro: considerações sobre novas viagens, será realizado na Livraria da Travessa do Shopping Leblon às 19:30 e consistirá em um debate, para o qual foram convidados:

  • S. Lobo (editor da antiga Mosh, ex-editor da Desiderata, e agora editor da Barba Negra);
  • Felipe Velloso e Diana Stephan (site Ambrosia);
  • Camila Moura (será a mediadora);
  • Rodrigo Fonseca (jornalista do O Globo e crítico de cinema).

O DVD  funciona como um adendo ao filme Watchmen, pois ele possui uma animação de Os Contos do Cargueiro Negro (quadrinho de piratas inserido dentro do corpo da graphic novel do Alan Moore) e um documentário ficcional Sob o Capuz, que assim como na obra original explica melhor qual a origem de ambas gerações de heróis mascarados, apesar de se focar no grupo original, os Minutemen.

Leia a crítica do DVD e do filme no Ambrosia.

Desculpem pelo spam, mas acredito que o evento vai ser bem legal, e a mesa é cheia de gente com opiniões bem conflitantes…

Um novo projeto

•28/04/2009 • Deixe um comentário

Uma pequena prévia da fagulha inicial que está inspirando meu novo projeto:

“Pariu ainda os Cíclopes de soberbo coração:
Trovão (Brontes), Relâmpago (Esteronte) e Reluzente (Arges) de violento ânimo
que a Zeus deram o trovão e forjaram o raio.
Eles nos mais eram comparáveis aos deuses,
único olho bem no meio repousava na fronte.
Cíclopes denominava-os o nome, por que neles
circular olho sozinho repousava na fronte.
Vigor, violência e engenho possuíam na ação.”

(Hesíodo. A Teogonia. Tradução de Jaa Torrano. Versos 173 à 182)

Porta aberta

•24/04/2009 • Deixe um comentário

Ontem foi um dia bastante ruim para escrever… Hoje eu acho que a coisa voltou a funcionar (mas não para a monografia)… Consegui publicar a minha primeira  crítica teatral lá no Ambrosia, e embora não tenha ficado como eu esperava, era um texto que estava me incomodando aqui e eu precisava termina-lo. Note que eu praticamente peço desculpas por escrever sobre teatro, o que é uma grande bobagem…

Em tempo, tive uma idéia excelente há cerca de uma semana atrás para minha segunda HQ (dessa vez com a velha amiga e contra-parente Bia Cavalcanti), ela envolve memória, caminhos e Hesíodo.

A trava

•24/04/2009 • Deixe um comentário

Me desculpem, ando me sentindo incapaz de escrever. A deadline da minha monografia se aproxima e não estou conseguindo ter vontade de termina-la e isso está refletindo em todo o meu processo de escrita, seja em ficção por aqui ou nos meus artigos para o ambrosia. Espero que isso passe, amanhã devo tentar mais um pouco.